domingo, 15 de abril de 2012

Infância

Curioso analisar que esse jogo foi muito presente ao longo de minha infância, e que boa parte do meu caráter foi formada em cima do mesmo.


Isso sim é educação.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Halloween

Retornando para o nosso post anual sobre esse dia especial (?), eu lhes trago os monstros do momento... Zombies!!1 Quer tenham notado ou não, os mortos-vivos estão hoje quase onipresentes em todo o tipo de multimídia. Passo aqui um resumo dos que eu achei melhores (ou não vi os outros mesmo) nos casos a seguir:

Televisão e HQ
The Walking Dead - os quadrinhos de uma história de sobreviventes num apocalipse de zumbis "clássicos" - nada de raiva, infectados e zumbis correndo. A edição atual é a número 90, nos EUA. E a série da AMC oportunamente voltou pouco tempo atrás para a 2ª temporada e tem poucos episódios no total - quem quiser pode segui-la sem perder muito tempo.


Jogos (PC)
Até algum tempo atrás eu citaria apenas a franquia Left 4 Dead, que apesar de ter uma história basicamente nula possui uma jogabilidade divertida - principalmente no modo multiplayer. Mas recentemente estreou Dead Island, que além de ter bem menos zumbis (e estes serem mais desafiadores), ser mais realista (o tanto quanto se pode ser num mundo de mortos-vivos) e ter uma história a ser seguida, tem diversos elementos de RPG, como a evolução customizada que se pode ser feita no seu personagem (que é escolhido no começo de acordo com seu estilo de jogo) e nas suas armas - pode-se, por exemplo, colar cacos de vidro num cabo de vassoura ou colocar veneno caseiro num facão, formando armas eficazes e fáceis de se montar. Há também diversas quests e side-quests que podem ser feitas ajudando os turistas sobreviventes desesperados na ilha paradisíaca onde o jogo se passa.



  • Flash
Para quem só pode contar com a internet para jogar, não se aflija: abaixo alguns jogos de zumbi/terror em flash que podem entreter por várias horas. Os primeiros são os que já foram postados aqui.
Road of the Dead
Rebuild
Exmortis 1, 2 e 3
Novos:
Rebuild 2 - continuação com poucas mas divertidas opções adicionais.
The Last Stand - controle um sobrevivente do súbito apocalipse zumbi, enquanto ele tenta sobreviver numa casa reforçada até o resgate chegar.
The Last Stand 2 - sequência com o mesmo personagem migrando com sobreviventes, de cidade em cidade, para alcançar Union City - onde se diz que estão os sobreviventes - a tempo.
The Last Stand: Union City - 3º jogo da franquia, dessa vez mais como um RPG e com um novo personagem criado pelo jogador.

Cinema
Atividade Paranormal 3 - para quem não sabe ou não gostou do estilo dos outros dois, não faz sentido assistir. Para quem viu e sabe do que se trata, corra para o cinema antes que saia de cartaz.

domingo, 11 de setembro de 2011

MBP 004 - A Primeira Guerra Mundial

Saudações, ouvintes!

Nesta edição especial, o MBP reaparece com as presenças de Ivo, Drakkar, Pyro e Honda para um papo histórico e esclarecedor (ou não) sobre a Primeira Guerra Mundial!

Então não perca tempo e escute já mais esta edição do podcast!

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

MBP 003 - Harry Potter

Salve, salve, mathingueiros!

No dia do lançamento do último filme da série Harry Potter, o MBP reúne um time formado por Ivo, Benywolf e Bispo para discutirem sobre a saga do bruxo mais famoso do mundo! Pelo menos do dele...

Então não perca tempo e escute já mais esta edição do podcast!

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terça-feira, 14 de junho de 2011

MBP 002 - Games

Salve, salve, mathingueiros!

Hoje o MBP reúne as ilustres presenças de Ivo, Drakkar, Fox e o game designer Ausup (theausup@gmail.com) para levarem um papo genérico sobre os games e a situação dos game designers no Brasil.

Então não perca tempo e baixe já mais esta edição do podcast!

(Sugerido por Ausup)

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sábado, 28 de maio de 2011

MBP 001 - Coisas Que Deprimem

Salve, salve, mathingueiros!

O Mathinga Braba PodCast está de volta!

E para recomeçarmos a série de PodCasts, o MBP reune as ilustres presenças de Ivo, Drakkar, Pyro e Lincoln que compartilham alguns dos motivos para ficarem deprimidos.

Então não perca tempo e baixe já a primeira edição do mais novo e velho PodCast da internet!

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terça-feira, 15 de março de 2011

Dragon Age II x Dragon Age: Origins

Foi-se o tempo do RPG à moda antiga? Essa foi uma pergunta feita por muitos fãs da série e da Bioware, vendedora dos maiores títulos de RPG eletrônico. Após o grande sucesso do jogo anterior da série, Dragon Age: Origins, para atrair mais público, fazer mais sucesso ainda e, enfim, lucrar em cima do nome que a série já ganhou entra a crítica e o público, o sucessor do melhor RPG de 2009 foi refeito praticamente do zero: os personagens, as lutas, a história, os protagonistas, os gráficos, o lugar e tempo onde se passa o jogo, etc.









Dados
Dragon Age II
Lançamento: 8 de março de 2011, nos EUA
Requisitos
Processador: Intel Core 2 Quad 2.4 GHz, AMD Phenom II X3 Triple core 2.8 GHz ou superior
Memória:
2 GB (4 GB para usuários de Windows Vista e Windows 7)
Placa de vídeo:
ATI 3850 512 MB (Para rodar Direct X 11 - ATI 5850 ou melhor), NVIDIA 8800GTS 512 MB (Para rodar Direct X 11 - NVidia 460 ou melhor)
Espaço livre em disco:
7 GB, sem expansões e patches
Plataformas: Microsoft Windows, Playstation 3, Xbox 360, Mac OS X

Dragon Age: Origins trailer


Dragon Age II trailer


História
Dragon Age: Origins
Simples, porém épica. O herói da trama é um dos últimos cavaleiros de uma ordem que é a última esperança de um país inteiro impedir que um mal antigo volte a assolar o lugar e dominar o mundo. Como todo bom RPG, tem semelhanças com a história de Senhor dos Anéis e com a fórmula de RPG's antigos que fizeram sucesso.
A história é quase que inteira baseada nas escolhas que o jogador toma, e isso faz com que cada run-through seja único, pois há um grande número de decisões.
Dragon Age II
A história da sequência tem menos foco, não há uma grande trama por trás do que o protagonista faz, não há um grande objetivo a ser alcançado. Na maior parte do tempo, o objetivo das missões é sobreviver.
O jogo tenta compensar isso com os pontos críticos da história, que realmente são bons, mas são poucos. As escolhas que o jogador deve fazer também são mais difíceis, mas são mais escassas. Duas ou três decisões decidem o final do jogo.
Também são interessantes as reaparições de personagens do Origins, e referências ao que aconteceu na história daquele RPG.
No geral, a história é boa e interessante, mas não chega ao nível da trama do Origins.

Gráficos
Os gráficos de Origins eram aceitáveis; não eram excelentes e não se destacavam muito, mas quebravam o galho: os gráficos num RPG são muito menos importantes do que a história.
Na sequência, ao invés de tentar melhorar a engine, os produtores resolveram fazer um redesign gráfico do jogo inteiro, criar outra do zero e mudar quase tudo que vimos no primeiro jogo. Deu certo em alguns pontos, como os efeitos de luz, a face de alguns personagens realista, melhores animações, e opções gráficas mais avançadas, mas os produtores resolveram que só podem ser ativadas com uma placa que suporte Directx 11 (ou seja, só quem tiver um placa dessa e o próprio Directx 11, que só existe pra Windows 7, pode ativá-las).
Entretanto, na maior parte do jogo, vemos diferenças não muito significantes do jogo anterior e, em outros, diferenças grandes demais, até mesmo piores do que estavam antes.
A conclusão é de que, no geral, o gráfico melhorou, mas não tanto quanto poderia.

Jogabilidade
Neste quesito estão os melhores e o piores pontos de Dragon Age II.
  • As lutas melhoraram em velocidade, visual e duração.
  • O sistema de criação de runas e poções melhorou bastante.
  • O protagonista tem voz e personalidade, dependendo das suas escolhas prévias de falas.
  • O melhor quesito do jogo, a "árvore" de skills otimizada para não se terem tantos skills inúteis quanto o seu predecessor.
  • Os personagens tem personalidade e alguns até fortes opiniões políticas, fazendo com que as escolhas do protagonista façam eles ganharem sua amizade ou rivalidade.
  • Nas lutas, quando se derrota uma onda de inimigos, a nova simplesmente surge, do nada, atrás dos integrantes mais frágeis da party, como arqueiros ou magos, e mudam completamente a estratégia usada até então na batalha.
  • Não há um nível de interação com os outros personagens nem próximo do que havia em títulos anteriores da Bioware.
  • O pior quesito do jogo: há pouquíssimos mapas e locações disponíveis para a duração do jogo e isso faz com que muitas dessas locações sejam recicladas, ou seja, o jogador é obrigado a visitar praticamente a mesma caverna diversas vezes, com só inimigos diferentes e algumas passagens bloqueadas.
  • Outro ponto onde o RPG perdeu muito de sua customização: não é possível equipar os companheiros com armaduras, luvas, botas e capacetes pois eles já têm suas vestimentas fixas; a única coisa que é possível se trocar neles são os anéis, cintos e colares, o que já pré-define os personagens com habilidades pra situações específicas, sem possibilidade de escolha.
  • Cada classe tem dois atributos específicos que devem sempre aumentar quando o membro da party sobe de nível para uso de itens mais avançados, o que faz com que a escolha de atributos seja ilusória: ou o jogador, por exemplo, aumenta força no seu warrior ou vai usar leather armor pelo resto do jogo.
Replay
Dragon Age II tem menos quests que seu predecessor e muito menos opções de criação de personagem, por isso é provável que a maioria dos jogadores não joguem tanto esse como jogaram o primeiro, apesar de ainda se terem muitas decisões que valem a pena serem refeitas para a história se fazer diferente.

Música e efeitos sonoros
Grande parte da trilha sonora foi aproveitada da extensa lista do primeiro jogo e, do que realmente é original, são músicas curtas e escassas, claramente feitas às pressas, uma pena.
O mesmo vale para os efeitos sonoros: não variam e acabam se tornando repetitivos.
O único ponto bom que vale a pena ser citado nesse quesito é a dublagem dos personagens.

Erros e bugs
Obviamente presentes pela correria que foi a produção do jogo, mas o mesmo ainda está na versão 1.0, esperemos para que os produtores corrijam com patches.

Conclusão
É um bom jogo, apesar de suas (não poucas) falhas, mas não chega a se comparar ao aclamado Dragon Age: Origins; enquanto este teve de 5 a 7 anos de tempo de produção, o que possibilitou a criação de um rico, detalhado e sombrio mundo de fantasia, a dona da produtora do jogo deu um prazo curto, de 1 a 2 anos, para se aproveitar do sucesso do primeiro ao invés de tentar recriá-lo.
Ao invés de repetirem a fórmula do sucesso, resolveram mudar o sistema drasticamente; agora só nos resta esperar que os produtores percebam que, apesar de mudanças serem sempre necessárias no mercado dos jogos, o RPG clássico ainda tem seu valor.

Dragon Age: Origins - 9,5
Dragon Age II - 8,0