sábado, 23 de janeiro de 2010

Call of Duty: Modern Warfare 2 - Review by Drakkar


A última parte desta famosa franquia vem aclamada pela crítica e criticada por parte dos fãs.

Dados Técnicos:
Lançamento: 10 de Novembro de 2009
Requisitos mínimos
Sistema Operacional: Windows XP com Service Pack 2 ou Windows Vista
Processador: Intel Pentium 4 3.2 GHz , Core 2 Duo 1.8 GHz ou maior, ou AMD Athlon 64 3200+
Memória: 512 GB (1 GB para Vista)
Placa de vídeo: GeForce 6600GT (256 MB) ou ATI Radeon 1600XT (256 MB)
Espaço Livre em Disco: 16 GB

História: 8,5
Apesar do modo história do jogo ser curto, principalmente se comparado ao dos títulos anteriores, não deixa de ser divertido. Muitos também consideraram a campanha pouco inovadora, mas há todos aqueles elementos clássicos dos jogos antigos que os fizeram ser bem sucedidos, como por exemplo a ação repentina cheia de tiroteios e as reviravoltas na história.
A história continua do Call of Duty 4 e quem não seguiu não irá entender, pois há várias situações e personagens que são do primeiro jogo.
Houve controvérsia em alguns países por certas partes do jogo, como uma missão em que o jogador encarna um agente disfarçado de terrorista que tem que matar dezenas de civis num aeroporto.
No jogo acontecem vários acontecimentos simultaneamente, por isso o jogador controla vários personagens durante a campanha, cujas partes principais se passam com agentes especiais tentando eliminar um ultranacionalista russo e soldados americanos que defendem sua capital contra um grande ataque surpresa russo. Lembra até os tempos da Guerra Fria. Tem até uma parte do jogo que se passa no Rio de Janeiro.


Gráficos: 9,0
A parte em que os jogos dessa franquia não costumam pecar. Personagens impecáveis e paisagens realistas dão uma sensação de total imersão ao universo do jogo.

Jogabilidade: 8,5
Não há nada inovador nesse quesito, que se conservou quase completamente do Call of Duty 4.
O que se pode fazer de mais num tiroteio é atirar através de materiais de madeira como portas, ou jogar as granadas atiradas contra você de volta.
Mas há partes na campanha que são únicas, como escalar montanhas, matar soldados silenciosamente e salvar reféns atirando como que num modo de concentração nos captores.

Replay: 8,0
Há muitos detalhes na história ou opções de ação que o jogador pode tomar durante as fases, mas não mudam muito o que já se jogou da primeira vez; além disso, o jogo já é curto quando se joga da primeira vez.

Música & som: 9,5
Outra parte em que a franquia não peca: Hans Zimmer fez sua parte e a trilha sonora do jogo faz o jogador sentir o caos em que o personagem se encontra, ou a ação de suas missões.

Bugs/erros: 7,5
Esse é o quesito que os jogadores mais reclamaram. Há problemas em se jogar no modo multiplayer e CTD e erros durante o jogo, que atrapalham e às vezes obrigam o jogador a reiniciar o jogo para continuar de onde parou.

Média Geral: 8,5
Muito criticado por alguns e elogiado por outros, tem trechos polêmicos mas uma boa trilha sonora e uma história que, apesar de ser curta, põe o jogador na pele de um soldado.